Cap 12 – Caixa de Pandora


– Uma pessoa lhe aguarda no refeitório.

– Como?

– No refeitório. Frisou a recepcionista da creche que não parecia estar num bom dia. Mal chegara para as atividades do dia e alguém lhe aguardava? Como assim? Selma não entendia como de repente, de todos os lugares, nos momentos mais inusitados, chegavam novas pessoas, novos acontecimentos, descobertas. Com a cabeça ainda meio confusa da noite anterior, não sabia se havia sonhado com Tales ou teria tudo sido fruto daquela saudade que não cedia. Caminhou entre pensativa e apreensiva até o refeitório, ainda tinha 15 minutos antes que as crianças chegassem do sono pós-almoço pra começarem a aula de arte que Selma desenvolvia com os pequenos.

Chegou à porta do salão repleto de mesas fixas e bancos retos, sem divisão, estrutura metálica e bases em MDF e tampo plástico verde, que deixavam o lugar com uma aparência de não deixar perpassar nenhuma sujeira, já que as paredes em cerâmica branca protestavam ao menor sinal de bagunça. Na segunda mesa, a partir da entrada ao segundo corredor de mesas e bancos, uma mulher de cabelos ralos, em tom de mel, descuidados, rosto abatido, Selma não sabia se tinha uma doméstica ou uma lavadeira diante de si – não que isso fizesse diferença, mas a cena era cada vez mais intrigante. Ao sentir Selma entrando no salão, a mulher levanta-se aflita, vai até ela, lhe segura as mãos, olhos marejados, vermelhos e com olheiras:

– Selma! Que bom que te encontrei.

Arranca o lenço que lhe prendia o cabelo rotamente, lança sobre a mesa, enquanto Selma embaraçada, confusa e surpresa se deixa levar pelas mãos até o próximo banco.

– Como posso ajudá-la? Pergunta tímida e assustada.

– Nem sei por onde começar…

A mulher, Joana, já tinha se identificado, ao menos, estava nervosa, aflita, tensa, perdida demais pra conseguir soltar seu lamento nos cinco minutos restantes. Selma explicou que teria que iniciar a aula com as crianças, mas que se ela esperasse, em duas horas poderia estar de volta. A mulher assentiu com a cabeça e Selma pediu à cozinheira pra providenciar um suco de maracujá ou algo que acalmasse aquela desconhecida mulher.

……………………………………………………………………………………..

 

Na capital, Mércia e Petra conversavam tensamente sobre os acontecimentos. Tales enfiara-se completamente compenetrado na floricultura com a desculpa de que precisava cuidar das coisas depois de tão longa ausência e queria ter bons arranjos pro circuito cultural que a tia faria. Nem de soslaio mencionava o acontecido com Marcus, menos ainda, dava oportunidade que lhe perguntassem qualquer coisa e sempre que percebia que o assunto apareceria, arrumava uma desculpa clara de que não queria saber do assunto. Mesmo na sua gentileza, Tales sabia ser peremptório quando decidia um assunto. Intimamente, não sabia se amava Selma ou a família mais, porém, sabia que os deveres estavam acima de qualquer coisa. Em tudo isso, só sabia ser uma coisa, o que sempre fora: a pessoa reservada, calada, que é um mistério pra qualquer um. Talvez nem ele soubesse, mas, uma coisa é fato: homens sabem conviver muito melhor com sentimentos do que as mulheres…

……………………………………………………………………………………..

 

Ao sair da aula de arte, tirou o avental, indo ao refeitório de imediato, mas qual! Ninguém além das crianças. Perguntou da cozinheira, da servente, do porteiro… Tão misteriosamente quanto chegou, aquela mulher intrigante havia partido! Selma decidiu voltar às suas atividades, deixar o acontecido de lado – apesar do muito que a intrigou – e continuar com a vida, quase como se nada tivesse acontecido. Mas, ia ficar mais atenta. Tudo estava sendo muito instável ultimamente. Precisava manter a racionalidade e a frieza na avaliação de tudo. Pensava assim quando Júlia pulou em seu colo, não lhe dando alternativa a não ser segurá-la. A menina encheu-lhe a bochecha com beijos que lhe arrancaram um sorriso desanuviador.

– Tia Diretora chama você.

-Sério?

-Sim!

– Então vai lanchar enquanto eu vou lá, tá bom?

– Tá, tia Selma!

E correu pra fila junto com os coleguinhas com seu rabo de cavalo de um preto lisinho e brilhante, franjinha na testa e sardas no rosto alvo. Ao contemplar a menina e seu jeito bagunceiro entre os demais, um pensamento lhe ocorre:

“Nossa! Essas expressões de Júlia agora, me lembraram Marcus! Nos seus dias mais iluminados, é claro! Que coisa… definitivamente, se tivéssemos tido uma filha, não seria assim… Julia é doce demais pra lembrar ele… Bem, vamos lá à sala da chefe!”

– Entre Selma! Eu queria te mostrar os registros que consegui da tia de Júlia.

– Uau! Vamos lá! Disse sorrindo.

– A mãe de Júlia é uma jovem alguns anos mais nova que você, agora está numa casa de repouso porque a irmã, única parenta viva, não tem recursos para abrigá-la em casa, pelas condições mentais em que ela se apresenta… Está altamente abalada emocionalmente… o pai de Júlia… bem, um homem casado que se envolveu com ela e terminou com o casamento por conta disso, mas quando ela engravidou, despachou-a… Em resumo, não parece que esta criança tenha alguma chance de ter convívio familiar no que depender dos pais biológicos… Então, minha filha, se você se sentir inclinada…

– Obrigada… Vamos devagar D.Graça… Não me sinto segura sobre assumir uma responsabilidade tão grande assim… Estou retomando minha vida… Soa meio egoísta, mas, não sei, no meu conceito, filho tem que ter pai e mãe, entende? Claro que antes uma mãe apenas do que nenhum dos dois… mas, eu não sei… Afinal, não é como adotar um cachorrinho… Exige dedicação real e não sei se tenho isso pra dar assim, como ela precisa… Mas, – disse mudando o ar da conversa – vamos meditar no assunto! Sorriu levantando-se, esfregando as palmas das mãos nas calças de linho de algodão, como era seu hábito sempre que ficava nervosa, acompanhado dos lábios suprimidos um contra o outro após virar o rosto da frente de D.Graça, que ficou observando e pensando nas palavras da moça:  tinha carinho mas tinha medo, medo de apego, de doar-se, medo de amar, de ser amada… A senhora baixa e em sobrepeso de curtos cabelos tingidos em castanho acobreado meneou a cabeça enquanto pensava na situação de Selma, o nervosismo da pintora não tinha passado despercebido para a experiente senhora. Casos de adoção nunca são fáceis, os fáceis, são sempre suspeitos que a criança vai ter deficiência no carinho, na educação, afinal, não é um bibelô, é um ser humano que merece ser pensado, analisado, conhecido, respeitado e isso, raro quem está disposto, por esse motivo, ainda preferia pessoas que pensassem, repensassem, desde que percebesse que seriamente envolvidas na importância do assunto aos temerários que faziam pela empolgação. Era discreta, repassara as informações que D.Mércia havia lhe dado, quando soube da preocupação de Selma sobre a família da pequena Julia, como de arquivo, pra não comprometer a velha companheira de luta que ajudava a manter a creche funcionando, afinal, Mércia havia pedido sigilo sobre o pai de Júlia, seu meio-sobrinho; nem de longe D. Graça desconfiava que além do parentesco com a ajudadora da creche, ainda fosse o ex marido de Selma, aliás, era alguém que prezava pela discrição de tal forma, que os trabalhadores voluntários ou não, falavam de suas vidas apenas o que queriam e eram exortados a não envolverem seus dramas pessoais no trabalho, pra não suscitar espaço pra situações desagradáveis de qualquer natureza. Selma nesse aspecto, se encaixava no perfil que a diretora apreciava, falava nada de sua vida, sabia que quando ingressara no trabalho, era casada, morava em tal lugar e demais dados da ficha de funcionário voluntário, mas notara que a moça se tornara mais assídua depois que passou a morar na Vila Roseta, percebera as mudanças de Selma, quando ingressou:  carente, pálida de uma tristeza indefinida, olhos vagos inominados que refletiam num corpo alquebrado, depois as olheiras aumentaram de tal forma, o inchaço nos olhos de sono e lágrimas visíveis mas caladas, pra com o tempo ir rejuvenescendo, crescendo, tomando vida, brilho, cor. Nem se inteirara de onde a jovem morava na pequena cidade, não importava, Selma já tinha adquirido credencial de confiança na responsabilidade que tomava nas atividades que realizava na creche. De simples colaboradora, distribuidora de lanche, começara a participar dos planejamentos educativos e mais, mais até ter assumido o projeto de arte com as crianças. D. Graça rememorando o percurso de Selma na instituição, sorriu com ar bonachão, era bom perceber quando as pessoas crescem com as experiências e que a prática da caridade é uma torre que acolhe, acalenta, ampara, sustenta, felicita, dá alegrias inesquecíveis ao doador. Prosseguiu analisando os papéis à sua mesa, ainda tinha que planejar os gastos do mês.

……………………………………………………………………………………..

 

– Como foi? Disse uma voz masculina que demonstrava algum abatimento.

– Não tive tempo suficiente pra conversar com ela. Tinha qualquer coisa pra fazer lá…

Aquela voz lacrimosa era facilmente reconhecível de ser a mesma Joana que esperava Selma na creche àquela tarde. O homem que a interpelava enquanto recebia uma coroação de beijos na face febril, avermelhada pelo aumento da temperatura corporal, cabelos levemente grisalhos porém fartos, em contraponto às entradas laterais, tinha o rosto inundado pelas lágrimas caudalosas ainda que sem escândalo da tal Joana, desconhecida dos nossos amigos.

Se aproximássemos uma luz para o homem sobre a cama que recebia medicação injetável da técnica de enfermagem que entrara pra administrar-lhe os remédios, checar sinais vitais e demais necessidades requisitadas pelo médico, veríamos a pele avermelhada de quem exerce suas funções em qualquer estação e o sol era uma constante na altura dos trópicos de onde viera, marcara a tonalidade, de forma que disfarçava o abatimento real de sua saúde. Os músculos macerados denunciavam outrora erem sido fortes e definidos, as mãos… O desenho das unhas era incomum, definido, e a borda crescente delas, mostrava-se branca como a chamada “francesinha” que as manicures sugerem às freguesas, mas era natural, assim como em Selma. Não era apenas isso, observando mais atentamente, notava-se que as sobrancelhas, ainda que mais grossas, arqueavam da mesma forma, acompanhando os olhos que lembravam traços lusitanos, assim, também o nariz ainda que maior, lembrava claramente a mesma linha reta, de ponta arredondada que divergia do de Selma unicamente pelo dela ser arrebitado, mas com a carga cromossômica trazida dos seus antepassados holandeses. Tinha ainda uma barba modesta, ainda que bem definida, desfeita de quem não conseguia se dirigir até o espelho pra apará-la. No dedo anelar, uma aliança no mesmo design que Joana carregava sugeria que fossem casados, era sobreposta por um anel de iniciais JW ao melhor estilo dos antigos fazendeiros que tinham rebanhos em terras próximas à Vila Roseta e à Capital.  Mas, ao contrário de Joana, nem de longe, apesar da debilidade física crescente, aquele homem tinha a aparência servil da esposa, ao contrário, contrariando a doença, era firme, assertivo, senhor de si, uma figura que se impunha sem necessidade de falar qualquer coisa, independente do ambiente em que se encontrasse, algo entre sisudo e orgulhoso, mudássemos as vestes e a época, seria um imponente senhor de escravos, coronel de algum engenho pernambucano enfim, daqueles velhos comerciantes de cana-de-açúcar. Jorge Correia de Araújo Wanderley era seu nome. Se o nome ainda passasse despercebido das origens, o sotaque denunciava algo da região dos Guararapes[1]. O olhar firme e profundo, inquiridor, entregava a experiência dos cinqüenta e poucos anos que o corpo negava ter, apesar da doença.

– Tu não esperou? Uma simples ordem e tu fazes isto? Eu preciso saber dela!

Largou o braço da esposa o qual segurara firmemente cobrando, virou o rosto decepcionado pela “incompetência” a executar algo tão simples. Pernambucano erradicado naquelas regiões faz mais de vinte anos, o paciente mesclava o sotaque original, com o dos fazendeiros do Oeste Paulista[2], “seu Wanderley” tinha trazido a herança canavieira da família de mãe portuguesa e pai holandês praquelas regiões próximas à Campinas, onde variou do gado bovino à agricultura, ampliando negócios com o irmão que já habitava o lugar e que sucumbia os negócios depois da morte da esposa, quando contou com a presença do irmão pra que não ficasse tudo perdido. Quando chegara, a sobrinha já havia partido pra um colégio na capital tendo dela apenas o que o irmão contava. De lá, falecido o irmão, a sobrinha cresceu sem o conhecimento de ter algum parente, já que laços familiares não eram o forte daqueles descendentes de colonizadores. Agora, quando a mocinha que ajudava nas atividades domésticas não tinha lhe rendido herdeiros, nem perdera os hábitos servis de quando era apenas mais uma empregada e a boa diferença de idade entre eles não ajudara nisso, seu Wanderley queria notícias da sobrinha. Contratara um investigador que lhe informava da atual situação dela, que vivia na pequena cidade de Vila Roseta, com a renda que ainda o irmão conseguira deixar a ela, em testamento, pra depois que se livrasse do crápula com quem casara, genro nunca admitido pelo pai de Selma. Justo por isso, ela se afastara do contato com o pai, tendo recebido apenas a notícia de que falecera quando divorciou e recebeu a herança vitalícia.

O tio de Selma esperou acabarem as chances de Joana, 20 anos mais jovem que ele, em lhe dar filhos para procurar a sobrinha, já que o trabalho de uma vida, não entregaria assim, ainda mais a uma menina que não dera ouvidos aos conselhos do pai. Se “seu Alfredo” não era nenhum exemplo de marido fiel, nunca trouxera pro conhecimento da esposa, os casos extraconjugais como o que rendeu Gilda – com a neta de índios[3] que trabalhava como ama de Selma-, ao contrário e ao melhor estilo Nelson Rodrigues, sabia identificar bem um sujeito mau caráter quando topava com um. Dera chance à Selma de escolher entre o bom senso e os olhos azuis de Marcus e ela ignorara completamente, restando um certo deserdo pelo pai, que a protegera em testamento apenas, mas abrira mão do contato, sem que ela tomasse conhecimento de seu paradeiro, já que desde que fora estudar na Capital, o via apenas quando ele a visitava e ela não tinha interesse por qualquer das atividades econômicas dele ou pra onde se mudara, era de outro espírito, divergindo completamente do pai, que sempre fora exigente e extremamente franco em tudo que falava e ensinava à filha, de modo que ela nunca crera que ele pudesse amá-la.

S.Alfredo a amava, mas do jeito dele, como não amara a nenhum dos filhos que arrumara fora do casamento, mas se ela não se julgava possuidora de qualquer afeto do pai, quanto mais desprezada não se sentia Gilda, o que nem de longe justificava a revolta e o desejo de vingança, afinal, a vida é o que fazemos dela a partir do que se nos mostra. Não podemos mudar o passado, mas podemos tomar o futuro nas mãos, a partir dos nossos atos presentes.

Quanto a Joana, chorava mais pelo medo de perder o protetor que o marido se tornara quando se encantou com o talento doméstico da mocinha que começara a trabalhar na sua casa auxiliando a cozinheira, do que uma explosão de amor, já que como percebemos, demonstrações de carinho não eram o forte dos Correia de Araújo Wanderley. Não conseguira ser mãe, nem sentia falta, era uma menina envelhecida, temerosa, insegura, que ainda usava lenço aos cabelos como quando trabalhava na casa, aliás, mesmo casando, não largou o cuidado doméstico como se seu salário fosse a posição de esposa. Tinha o mínimo, o básico. Qualquer visitante que chegasse – se S.Wanderley tivesse o hábito de receber visitas – nem desconfiaria que aquela mulher franzina de cabelos descuidados era mais que uma empregada nos seus 158cm servis aos 180cm dele. Se ainda não foi percebido, avareza era ditadora da vida do tio de Selma. “Tomara que a semelhança entre eles fique só na aparência”, pensou Joana.

A chegada daquele homem à vida da moradora do Sobrado interferiria de tal forma na vida da moça que a pequena Julia estava, sem ter idéia, nas mãos dele.

 

 


[1] Jaboatão dos Guararapes: Cidade pernambucana fundada a partir do povoado que cercava o Engenho São João Batista, em 04/05/1593 por Bento Luís Figueroa. Elevada à categoria de cidade em 1884 quando se desmembrou de Olinda, leva esse nome à memória de Yapoatan, nome indígena da madeira comum no local usada na construção de barcos e mastros e aos Montes Guararapes (berço do exército brasileiro), cenário de batalhas históricas contra os holandeses (1648-49). Hoje região metropolitana, é a segunda cidade mais populosa de Pernambuco.

[2] Uma das duas principais áreas produtoras de café nos séculos XIX e começo do XX, hoje a região é voltada pra agronegócios (gado de corte bovino, plantio de cana-de-açúcar). Existem divergências sobre quem integra essa região, no início do período republicano e fim do império, abrangia as atuais cidades de Bauru, Campinas, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, hoje após mudanças essencialmente político-econômicas, se estabelece que sejam as cidades (maior destaque, são 20 no total, sendo 135 municípios) de Assis, Araçatuba, Birigui, Lins, Marília (a mais populosa) e Presidente Prudente. Nota-se que estas têm suas fundações próximas e relativamente novas (1901 a 1929) justo à época da crise cafeeira, desativação das estradas de ferro e novos rumos adotados ao desenvolvimento local e fim das ações da CAIC. Destaque para a influência cultural do Paraná e Mato Grosso do Sul, que auxiliaram a colonizar a região, tais como  consumo do tererê e a música sertaneja, assim como em direção oposta, a partir de Ribeirão Preto, a difusão do terceiro subdialeto caipira brasileiro para aqueles. Em termos de imigrantes, a maior comunidade é a japonesa e depois a italiana.

[3] Alguns dos povos indígenas que habitam a região do Oeste Paulista desde antes dos colonizadores: Terena, Kaingang, Krenak, hoje com terras demarcadas pela FUNAI. Segundo o Censo de 1998, as Terras Indígenas de Vanuire e Icatu tem um pouco mais de 100 habitantes, cada. A presença nativa está solidificada no município de Tupã, que recebeu o título de Estância Turística.Fundado pelo pernambucano Luís de Sousa Leão em meados da década de 20, a partir de floresta virgem no traçado projetado pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, pra erigir a cidade houveram massacres de muitos nativos até a paz ser alcançada pela ação pacificadora da índia Vanuíre. A data do início do loteamento e considerada fundação da cidade é 12/10/1929.

O que isso lhe fez Pensar?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s