Cap 06 – A Casa de um Pessoa é o seu Castelo…


Sob a clarabóia imensa de onde se viam as estrelas à noite ou recebia a luz necessária do dia para as pinturas, punha-se o cavalete de Selma e seu assento. O local em si era pequeno, mas com a estrutura octogonal pintada a branco e as paredes serem 60% preenchidas em vidro jateado como com gotas d’água, havia luz suficiente pra aparentar fosse o lugar maior e mais amplo do que era de fato, mesmo com boa parte da área preenchida com telas, tintas, pincéis e toda sorte de materiais utilizados, sendo que a única parte integral sem vidros era o 1/8 que ligava o ateliê à casa, o lugar comportava ainda uma chaise longue próxima ao cavalete, não fosse o impressionismo e as paisagens sua inspiração, diria-se que Selma o tinha para telas retrato, a função do móvel na verdade, era para o momento de descanso, de relaxamento, quando esticava-se ao som de uma música clássica ou instrumental, lounge ou algo que o espírito lhe pedisse. Era eclética. Tudo dependia de como se sentisse e onde estivesse sua inspiração. Era ali que repousava quando ficava a admirar a estrela solitária que se destacava no céu sobre a clarabóia que coroava o teto que subia em 45 graus de todas as bordas até o centro, formando sob a luz da lua, um octógono igualmente 40% proporcional à área térrea. Por que a coincidência das formas geometricamente destacadas? Capricho do arquiteto talvez, mas que adivinhara exatamente o recanto que 12 anos depois seria a moradia da recente pintora. Em frente ao cavalete, o outro 1/8 da parede do aposento abria ao meio, para fora, com portas de vidro que à saída mostravam paralelos suportes brancos em madeira cruzada fina, para as trepadeiras lilases que subiam pelos mesmos dando o bem-vindo aos olhos de quem se colocasse ali. Abrindo a visão ao quintal cheio de pequenos bambus chineses que faziam cerca viva ao caminho forrado em pedras igualmente octogonais para chegar às arvores maiores e desmembravam-se como raízes, já sem as cercas vivas, dando acesso a diversas plantas pequenas ou médias, de flores ou frutas que verdejavam aos olhos e presenteavam os ouvidos do visitante com o canto dos pássaros sempre presentes a saborearem as frutas tropicais nascidas em cada estação, assim como beija-flores que tinham material certo nas diversas flores em matizes lilases,vermelhos, brancos e azuis. Um canto para os cactos, outro para orquídeas que pendiam em xaxins do muro que vedava os olhos dos transeuntes externos, reservando aquele paraíso particular apenas às raras visitas e à moradora, outro dia ela descobrira num cantinho disfarçado e lindo, um bonsai. Um pouco mais afastada, uma estufa que abrigava o projeto de horta que a locatária pretendia desenvolver apenas pelo prazer de sentir a terra entre os dedos, se sentir capaz de contribuir para que algo nascesse, se desenvolvesse, para se sentir parte da vida. A cena pareceria linda, não fosse a falta de conhecimento que superava a boa vontade e o tempo de Selma pra dedicar-se a manter em ordem essa natureza viva. Um gato perdido vagava vez ou outra por aquelas bandas a ser feito de bobo pelos passarinhos que nunca conseguia pegar. Selma divertia-se com as tentativas frustradas do bichano e já reservava um prato pra colocar-lhe refeição e outro pra água, apesar dele sempre querer saciar-se com os canais em bambu do projeto de irrigação construído ali por alguém que Selma admirava a criatividade e a dedicação para formar aquele paraíso que a superava, mas que ela desconhecia completamente de quem se trataria. A cerâmica do chão do ateliê era um mosaico de peças quebradas possivelmente durante a construção da casa, finamente ajeitadas para serem reaproveitadas, davam um colorido discreto que cabia perfeitamente com o gosto impressionista da moça.

O restante da casa era mobiliado por móveis antigos, de madeira de lei, nem pareciam terem sido colocados ali apenas há 12 anos, eram parte integrante da casa e que Selma sentiu-se presenteada quando alugara o imóvel, tinham requinte, bom gosto, clássicos sem serem portentosos e mantinham o ambiente clean, porém aconchegante, quente emocionalmente. A sala pequena, como todos os cômodos, tinha um sofá em couro ao meio, uma estante de livros clássicos da literatura universal e uma prateleira de obras que lhe foram presenteadas por uma antiga vizinha de onde morava anteriormente, mas que ela nunca se dedicara a abri-los, folheá-los, aceitara-os menos por educação e mais por algo que não sabia explicar da vizinha idosa que um dia batera-lhe à porta e oferecera-os a Selma que não fazia idéia do motivo. Marcus odiara. Não gostava desse “misticismo” que as obras continham, parecia-lhe engodo, ainda que nunca tivesse tocado em qualquer deles. Eram obras de Allan Kardec[1] e outros autores espíritas contemporâneos e continuadores da religião que o francês criara e ainda outros com autores espíritos, escritos materialmente, por assim dizer, por um modesto mineiro conhecido por Chico Xavier[2]. Algo de respeito apesar de certa reserva mantinha-os ali, na prateleira, da forma como foram presenteados. Uma escrivaninha, com muitos papéis, canetas e demais apetrechos que qualquer auxiliar de escritório precisasse para suas tarefas diárias. Selma tinha certa paixão por manter as coisas em ordem e tudo disponível. Na cozinha, uma mesa central, parte da construção, com tampo de granito retangular abrigava o que se dividia em pia e mesa de jantar com uma minúscula mureta subdividindo os espaços, com muito gosto. Os armários que acompanharam o aluguel ficavam nas paredes e a janelas com jardins suspensos meio a meio sustentavam amplas janelas do mesmo vidro jateado. Subindo a escadaria em que abarcava sob si um depósito, chegava-se ao quarto, que ocupava toda a área que embaixo era dividida entre sala e cozinha. A área inferior recebia durante o dia uma luz amarelada que longe de ser triste, era quente e aconchegante, acolhedora, talvez fossem os raios de sol cerceados pela proteção que cercava a casa contra chuvas para que, independente dos ventos, não molhasse o interior ainda que as janelas permanecessem abertas e de onde pendiam algumas trepadeiras que se esgueiraram do ipê amarelo que erguia-se a uns sete metros da construção, na direção do ângulo da casa que encerrava a cozinha, ficando a 45 graus da construção de forma que sua sombra e frescor presenteavam ambos os cômodos inferiores. Já o superior, era mais claro, continha as duas paredes laterais com grandes e amplas janelas de vidro jateado, sendo que a que dava aos fundos do terreno tinha uma sacada presenteada com amplas portas em madeira pintada em branco e o mesmo vidro que encantava Selma, principalmente quando chovia que pareciam criar vida e misturarem-se as formas com as gotas d’água. Selma adorava a chuva. Saindo às portas, um pequeno espaço gradeado à uns 130cm de altura em grossas retas que entremeavam assimetricamente retas horizontais, fechadas superiormente pela barra grossa de ferro embutida em madeira em cor mogno, como os móveis que acompanhavam a casa. Outro detalhe interessante era o enquadramento dos espelhos da casa, feitos com um material polido que lembrava uma superfície de madrepérola. Encantavam qualquer visitante que tivesse alguma paixão por móveis clássicos os detalhes das pias, dos espelhos, dos móveis clássicos e sem ostentação. Quem criara o projeto definitivamente não o fizera para aluguel, projetara-o elegante e mostravam que tinham alguma história. Um verdadeiro achado que Selma conseguira alugar pela indicação da tal vizinha idosa quando soube que ela procurara um lugar para mudar-se quando o divórcio saíra. O corretor tratara tudo de forma discreta e rápida e Selma nunca soubera quem seriam ou conhecera os proprietários, também não se interessara em fazer perguntas, o lugar era perfeito ao seu sonho de nova vida, ia de encontro às suas aspirações de lar e parecera ter sido feito para um casal no máximo, em retiro, aposentados, gostava de imaginar, sem filhos e que se dedicavam diuturnamente ao cuidado que a casa, apesar de pequena, exigia pelo gramado, arvoredo, plantas e um ao outro. Evitava romancear o que sucedera a eles para que a moradia estivesse fechada tanto tempo, apesar de nem por isso parecer descuidada e aquele castelo caíra-lhe nas mãos por um valor irrisório considerando tudo que abrigava, parecia um presente dos céus e gostava de ver assim:  a vida lhe sorrira quando ela ainda não sorrira à vida. A propriedade ficava de esquina numa rua central, porém pacata, naquela cidadezinha distante da capital uns 80km. Dessa forma, os seus muros foram postos a mostrar apenas a riqueza natural da propriedade, que escondia a casa em si de qualquer olhar abelhudo. Dessa forma, a moradora podia circular confortavelmente por qualquer espaço sem se preocupar que pudesse estar sendo vista por algum curioso, apesar da casa ter tantos janelões amplos em vidro emoldurados pela mesma madeira em branco. Definitivamente era um prêmio, um achado que precisava ser cuidado em sua área verde da forma apropriada, de forma que tinha sido providencial conhecer o florista que cuidara dos arranjos discretos e de extremo bom gosto para a festa que fora com Débora. Ainda mais providencial era ele não fazer disso um negócio, mas um prazer particular que só atendia a pessoas selecionadas por um critério que ela ainda desconhecia e que só conseguira pelo pedido pessoal de Mme. Petra. Ou seria por algo que acontecera quando seus olhares se encontraram quando ainda nem tinham sido apresentados? Devaneou, corrigindo-se depois, afinal, como podia ele saber que era ela?  Longe de ser uma paquera, algo ali era comum, íntimo sem ser apelativo. Como se conhecessem por muitos e muitos anos.

Travou naquela lembrança. Os planos que traçara e queria compartilhar com o “florista” Tales[3] simplesmente esvoaçaram naquela lembrança desprendida apenas quando a campainha tocou. Algo da visão a partir do cavalete para as portas que davam para o jardim imantara e fortificara a sensação daquele olhar quando ele cruzara ao longe num corredor segurando um arranjo que havia trocado de última hora pelo descuido de um dos convidados. Já a sair do local, virou-se para o salão onde Selma perdia o rumo da conversa, ligada no “piloto automático” do “sorria e acene” e por uma dessas coisas que a gente comum chama de coincidência, seus olhares se encontraram e para ela, o tempo que durou, não sabia dizer, mas o tempo e o espaço perderam seus conceitos durante aquele encontro, até ela ser “despertada” de volta ao salão pelo toque no ombro da amiga Débora que lançou-lhe um olhar de “seja mais simpática” e o rapaz fora interrompido por Mme. Petra que o alcançara.

Selma nem se inquietou sem descobrir que assuntos levaram a afamada senhora a despedir-se pessoalmente do rapaz. Por um momento, o xale vinho em seda que cobria-lhe os ombros, perpassados sob os braços encantando o talhe e o decote do vestido em veludo negro que apesar de discreto, combinava perfeitamente com o modo discreto e elegante do arranjo que Selma fizera entre cabelo e adereços, que fazia desfilar alguns ousados convidados em oferecer-lhe companhia e drinques, naturalmente dispensados e salvos da saída estratégica que Débora sempre conseguia fazer antes que a amiga cansasse e se retira-se do recinto, sem conhecer a marchand tableaux.

A campainha tocara pela terceira vez, meio calma, meio impaciente pelo intervalo dos toques, Selma era chamada a sair da sua lembrança a qualquer preço e tinha que se recompor naquela ínfima distância do ateliê à porta para receber o “florista” que chegara pontualmente ao combinado.

Tales era um jovem de pele clara, com algumas sardas que desciam pelos ombros aparecendo pelo fim da manga da camiseta de algodão que vestia, cabelos pretos, não negros, apenas escuros, sua barba tinha fios ruivos próximo ao queixo, subindo pelos maxilares, sobrancelhas grossas, olhar tranqüilo ainda que fugidio, meio sério, meio tímido, que o sorriso acompanhava. Não tinha o hábito de olhar nos olhos dos interlocutores, era breve, conciso, monossilábico, mesmo sendo gentil, mas sem dar abertura a maior intimidade. Mais alto que Selma uns vinte e pouco centímetros, porte físico mediano, apesar de definido sem grande esforço. Ao abrir a porta e notar que a visita solicitada por sua tia era pra moça com quem cruzara os olhos no salão da festa dos advogados, um sorriso tímido, porém aberto espontaneamente surgiu no seu rosto, iluminando-o, seus olhos sorriam junto. Mas, conteve-se, a um diálogo curto ainda que levemente informal. A figura daquela moça de pele tingida do sol, cabelos longos, trançados descendo pelos ombros, sem a máscara da maquiagem, acessórios e tudo mais, combinava perfeitamente com suas roupas de algodão. Selma de “cara limpa” sem brilhos, saltos, mas dentro de uma camiseta e calças de um linho simples e caseiro, descalça, estava simplesmente encantadora pro estilo de Tales, que na verdade, não era florista, era paisagista por paixão, cultivava plantas, flores, tinha uma floricultura que era gerenciada e trabalhada por praticamente só ele. Não fazia por renda, por dinheiro, por manutenção, fazia por paixão, satisfação, alegria. Após a morte do pai, voltara da Europa onde estudava arquitetura oficialmente e cinema por hobby. Tinha algumas paixões simples, porém clássicas e definitivamente não era o tipo seduzido por holofotes. Por mais franciscana e monástica vida que Selma adotara, ainda tinha sofisticação demais pro mundo de Tales. Havia muito mais coisas que Selma não imaginava naquela figura encantadora em sua simplicidade do que ela pudera perceber e aos poucos se revelaria.

– Olá! – Disse Selma meio perdida – Eu não imaginava que você seria tão pontual, ou eu que me perdi da hora no meu ateliê… mas, bem, entre, vamos até o jardim onde podemos conversar no que pode ser feito enquanto você checa com seus olhos a “realidade” do meu jardim… (risos sem graça) Ah… você quer tomar algo? Água, suco? Bem, mas, por favor, entre, não ligue, é que não tenho o hábito de receber visitas (mais risos perdidos).

“Ai, como eu me odeio quando fico errada e começo a falar uma enxurrada desnecessária! Aff! Que droga! Mas, por que eu estou me preocupando tanto com esse florista?! Visita profissional, Selma, profissional!!!! Larga disso!!!!” Disse de si pra si, repreendendo-se sobre o que Tales tinha despertado em sua alma até então calma a esse tipo de situação.

“Eu não sou assim! Eu não penso, não ajo assim! eu não SINTO assim! Ai que droga! Quantas vezes eu vou ficar me xingando! E deixá-lo à porta depois de convidá-lo duas vezes a entrar! Ai, que vergonha! Bem, vamos continuar, respire Selma, respire!” Continuava a repreender-se enquanto com passos atrapalhados adentrava a casa pra chegar ao ateliê. Convidou-o a sentar, mas já levantou mostrando o jardim, já havia esquecido da água solicitada… Chegava a ser ridículo, adolescente o que aquele moço lhe despertava, conforme seu julgamento.

Tales continha um misto de sorriso e satisfação em notar como lhe fazia sentir, diferente dela, o que sobravam a Selma em atitudes atrapalhadas, ele entregava-se apenas pela forma como olhava pra ela sem que ela desse conta, raras exceções. Selma tinha o defeito de atribuir valores de menos a tudo que pudesse ser bom pra ela desde que o casamento lhe acabara com a auto-estima. Não que ela não reconhecesse seu valor, suas qualidades e tal, mas julgava-se como que imerecido qualquer atributo, qualquer carinho, qualquer coisa boa que lhe surgisse, isso lhe rendia uma atitude de muita gratidão diante da vida, mas, atava-lhe um pouco as mãos a falta de confiança em si mesma.

Passearam pelo jardim, antes que ela apresentasse os problemas ele já os citava com as devidas soluções, isso a surpreendia! Será que ele dominava tanto seu ofício que era como se aquele jardim fosse palma de sua mão? Ou será que ela era demais analfabeta no assunto?

Convidou-a pra visitar a floricultura, a estufa e acompanhar alguns processos pra saber como lidar na prática, já que pretendia fazer uma horta.

Ela ficou sem graça, assentiu com aquele ar de educação que nunca vai cumprir, mas que não vai dizer não pra não faltar cordialidade.

Ele notou, sorriu, mas como não tinha expectativas de seduzi-la como ela sempre esperava que os homens fizessem, isso não o afetou e a tirou do pedestal sem o menor esforço.

Tales era o tipo de pessoa a quem bastava o sol pra iluminar e aquecer, bastava a chuva pra alimentar a terra, tudo que lhe chegava sempre era o suficiente. Sem grandes anseios, não tinha problemas em lidar com as coisas. Uma de cada vez, cada coisa a seu tempo. Trabalhar sempre. Estagnar nunca. Respeitar o ritmo da vida.

…e o Castelo será tão forte e indestrutível quanto seja nobre a alma que o abriga, porque será uma extensão desta.

(Carmen Gonçalves)


[1] Hipollyte Léon Denizard Rivail (Lion, *03/10/1804 – Paris, +31/03/1869) – Educador, escritor e tradutor francês, discípulo de Pestalozzi e continuador do seu inovador projeto de educação. Interessou-se pelo fenômeno das mesas girantes que eram moda na França em 1854. Com método sistemático e analítico, pesquisou o fenômeno baseado no magnetismo, evoluindo e tendo seu ápice na Codificação Espírita, os cinco livros que alicerçam a Doutrina Espírita (O Livro dos Espíritos (1857), O Livro dos Médiuns (1861), O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864), O Céu e o Inferno (1865) e A Gênese (1868))que assinou como Allan Kardec.

[2] Francisco Cândido Xavier (Pedro Leopoldo, *02/04/1910 – Uberaba, +30/06/2002). Nascido católico, conheceu o Espiritismo em 1927, daí as manifestações espirituais que lhe ocorriam desde a infância, desenvolveram-se de tal forma que se tornou ícone do Espiritismo no Brasil, como o maior médium psicógrafo da história da Doutrina, com 451 livros de autores espíritos. Em 02/04/2010, quando faria 100 anos, foi lançado nacionalmente o filme que traz sua biografia Chico Xavier, baseado no livro do jornalista Marcel Souto Maior, com direção de Daniel Filho e campeão de bilheteria.

[3] O personagem recebe o nome do precursor da Filosofia Cosmológica, Tales de Mileto, numa analogia da contribuição pro amadurecimento da protagonista na influência que este lhe causa. Tales (Mileto, * 624 ou 625 a.C – +556 ou 558 a.C) Foi considerado um dos Sete Sábios da Grécia Antiga. Suas contribuições vão da Astronomia, com a descoberta do eclipse à Física, com o magnetismo. O fundador da Escola Jônica foi o primeiro questionador de ciência x religião. Mais um elemento da Doutrina de Kardec inserido aqui, quando ressalta que Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade, difundindo que a religião deve andar de mãos dadas com a ciência, sem dogmas, ritos ou superstições. O significado deste nome grego é verdejar e atribui-se a quem o leva ser uma pessoa de muita compaixão e amor para dar, sendo capaz de passar a vida fazendo o bem pelas pessoas, chega até a se esquecer que também é uma pessoa que pode precisar de receber ajuda e amor.

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