Cap 05 – Ciclos


O que começara como uma desconfortável intimação de Débora para desanuviar a rotina de Selma, transformara-se em horas de tormento sob o clima portentoso das velhas obrigações sociais que envolvem um jantar formal para pessoas de alguma cúpula. Neste caso, acompanhar a amiga pra conhecer alguns dos clientes mais rendosos do renomado escritório de advocacia em que Débora se tornara sócia, trazia o desperdício de tempo de enfeites dispensáveis e sem qualquer acréscimo moral, o que Selma tanto rejeitava desde o divórcio. Sua vida não estava mais pautada em ser gentil e agradar pessoas desconhecidas e em sua maioria sem o menor senso ético sobre a vida e seus valores. Mas a intimação da amiga foi movida por algo irresistível pra Selma: a possibilidade de conhecer algumas pessoas do interesse artístico que ela abraçara. A presença da renomada Marchand Petra Augusta Marine , era o ponto alto que forçara Selma a abster-se da sua reclusão voluntária à vida social. Não que ela intentasse lançar suas obras, mas poder conhecer e ouvir as impressões da notável mulher de cinqüenta e poucos anos que aparentava um pouco mais de quarenta e circulava faziam mais de trinta nos museus, mostras e todo círculo artístico da história da arte centrada na Europa, especialmente nos que abrigavam os quadros do seu ídolo impressionista, valiam o esforço de agüentar toda sorte de pessoas inescrupulosas que ela bem conhecia a rotina. A admiração pelo conhecimento e experiência que a comerciante de quadros tinha superava a ojeriza de Selma pelos outros tantas canalhas a La Marcus que estariam presentes e adorariam vingar-se do seu ex-marido por toda sorte de infortúnios que ele causara a alguns dos presentes, no meio em que centralizava seu movimento econômico. Ela sabia o que enfrentaria, mas seu foco deveria ficar centrado no que valia. E nesse espírito, aceitou o convite após a exposição de Débora sobre os convivas que estariam presentes, o que ela não podia imaginar é que aquela noite seria apenas um prenúncio de muitas mudanças.

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Aperitivos pra lá, bebidas pra cá, microfone, palavras, oratórias dispensáveis, apresentaram a admirável Marchand que presenteava os olhos dos convidados com a exposição dos quadros que seus artistas faziam, que ao final, seriam leiloados e uma parte seria destinada a determinada obra de caridade. E quem quer ser visto, não escolhe o meio, escolhe apenas ser. Dessa forma, pouco importava para onde iriam os investimentos da noite, o que aqueles convivas queriam ao fim era realmente serem destacados como quem tem e pode mais.

Nesse ritmo, começaram as conversas, os encontros e reencontros, a surpresa de boa parte sobre o súbito reaparecimento de Selma aos salões sociais e o cansaço que tudo aquilo proporcionava à sua alma. O que ela não via à hora acontecer era o momento em que Débora enfim a apresentaria à Mme. Petra, mas sabia que a honorável senhora era demasiado solicitada, então ela teria que ter toda a paciência que sua ansiedade não permitia. A figura em si da patrona contemporânea das artes já a impressionara. Tinha visto fotos nos jornais, sites, revistas, mas pessoalmente, lhe parecera bem mais jovem e de uma disposição interior impressionante, contagiante, ela como que trazia o sol dentro de si e seus raios saíam pelas palavras, pelo modo, pelo estilo. Definitivamente ela não era apenas uma comerciante como intimamente temia, mas era alguém que de fato sabia apreciar o valor intrínseco daquelas obras. O discurso que proferira, desfilando brevemente pela história das artes plásticas tinha conseguido prender com bom gosto e humor até os cidadãos que ali só estavam e comprariam por ostentação, ou os prendera pelo respeito que sua figura impunha, ainda que não se mostrasse ranzinza, mas deixava claro que deveria haver certa reverência ao que a arte representava.

Terminado o discurso, saíra meio apressada, ainda que com algum estilo, Selma acompanhara-a com os olhos, mas a perdera entre as colunas e a busca tornava ainda mais tormentosa a companhia dos demais convidados, dessa forma, acionado o “piloto automático” dos eventos, já não fazia a menor idéia do conteúdo dos diálogos, apenas sorrindo maquinalmente e assentindo com a cabeça, acenando para os mais distantes  e nada melhor para aguçar o instinto de caça de algumas pessoas do que alguém que se ponha intangível às suas concupiscências. Assim, quanto mais se tornavam detestáveis, mais presos ao brilho da jovem, aquelas pessoas estavam. Se quiser a atenção de alguém que se ache superior, desdenhe; essa era uma teoria bem válida, apesar que não era o objetivo de Selma ali. Olhos passeando, procurando Mme. Petra, depara-se com um rapaz vestido de forma frugal a sair do salão, num corredor relativamente distante de onde ela estava, mas que instantaneamente imantou-a quando os seus olhos se encontraram. O que já estava no automático, ficou fora de órbita, pouco importava o que diziam ou se passava por deselegante, a única coisa que queria saber agora, era quem era o jovem de calças brim bege, camisa xadrez em tom vermelho de mangas compridas dobradas próximas aos cotovelos que carregava um vaso de lírios. Quem seria? O que faria? Definitivamente, não era um funcionário do local, apesar de estar simples e com aquele arranjo nas mãos, nem de longe tinha uma postura servil, longe disso, parecia estar acima de qualquer um naquele ambiente, tinha uma postura diplomática e altiva, ainda que suas expressões traduzissem simplicidade e nobreza de caráter. Quanto tempo ficara ali? Quanto tempo seus olhos ficaram presos um ao outro? Não sabia, não importava. A festa apenas começara e nada mais tinha sentido. Às cucuias Mme. Petra, Selma tinha achado a razão – sempre presente, como acreditava – para que tivesse aceitado o convite da amiga, apesar de todos os motivos pra esquivar-se e definitivamente, Mme. Petra tinha sido o escapulo “do destino” pra que levasse a jovem àquele lugar sendo presenteada com a certeza – nada material – de que a vida era mais, de que existiam pessoas que mereciam seu respeito, quiçá, seu amor, como jamais tinha amado.

Sem processar conscientemente nada disso, apenas imantada ao rapaz, Selma foi tirada do transe pelo toque no ombro de Débora que sorria tirando-a do lugar e os olhos flamejantes de repreensão à amiga que devia cooperar mais com os presentes, afinal, ela era o assunto surpresa da reunião. Ao mesmo tempo, Selma levada por Débora nota que Mme. Petra alcançara o rapaz, dissera-lhe alguma coisa, tocava-lhe o rosto em carinho e despedida e enquanto ele saía, Mme voltava para o salão.  Não lhe fazia a menor diferença ou questionamento, estava certa do valor daquelas pessoas para que algum pensamento nebuloso lhe toldasse.

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– E aí, meu querido, tudo em ordem? Deu pra salvar as flores? Mas que sujeito mais distraído! Falou Mme. Petra a última sentença com raiva.

– Não se preocupe. Sempre conto com essas possibilidades. Agora vá lá e aproveite a festa, tia. Sorriu o jovem que pronunciara quase inaudível a última palavra.

Sorriram-se, ela afagou-lhe o rosto num gesto de carinho ao que ele partiu e ela voltou ao salão.

Mme Petra era tia do jovem florista que ela exigia que cuidasse da ornamentação de suas mostras de arte sempre que em território nacional, já que se ele não tinha sua própria floricultura na Europa, mas acompanhava a tia e o embaixador com quem ela travava uma relação mais que de amizade, porém menos que de algo que sugerisse casamento, ao menos, até então;  dessa forma, o rapaz sabia bem o estilo e o clima que ela gostava de proporcionar, queria algo que elevasse um pouco as idéias dos presentes, pra ser menos dinheiro e mais inspiração. Porém a ética da comerciante de quadros não permitia que fosse revelado a ninguém que o jovem, na verdade tinha laços consangüíneos com ela, pra não parecer favoritismo, que ela odiaria se achassem isso por um momento. Ele tinha seu talento, vocação e de volta à terra natal, o mínimo que ela podia fazer pra impulsioná-lo seria abrir-lhe as portas, já que seu trabalho falava por si, além de criar o impacto que ela buscava: impressionar com a natureza, aqueles desprovidos de naturalidade.

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Débora acercou-se de Mme. Petra ao meio do caminho, perguntou-lhe se estava tudo bem, tudo em ordem, se algo lhe faltava, que qualquer coisa, podia chamá-la que certamente procuraria atender qualquer instância. A simpatia da advogada que a convidara pra organizar o evento com os quadros, a oportunidade de exercer seu comércio da forma que lhe aprouvesse, já que consideravam um presente à festa comemorativa de aniversário da empresa, alguém de grande reputação como ela era e mais todos os confetes que Débora já estava habituada a fazer sem ser pedante, impressionavam simpaticamente a comerciante, de forma que houve sintonia suficiente para que Débora entrasse no ponto alto que projetara:

– Deixe-me apresentar uma pessoa promissora no ramo, Mme. Marine! Esta é Selma, que enfim criou coragem pra desenvolver sua arte e sua técnica a nível profissional. Ela admira muito seu trabalho e seria um prazer ouvir a sua experiência pra alguém que está adentrando esse mundo agora.

– Mas que jovem simpática! Diga-me Selma, é Selma, não? Diga-me, qual a escola que mais lhe atrai?

– Ah, Mme.! Primeiramente, deixa eu esclarecer que não tenho todo esse know-how que Débora expôs (risos sem graça),  é que Débora é minha amiga o suficiente pra tentar me animar com sua bajulação… (risos), nem ela agüenta muito tempo ficar no meu ateliê! (risos conjuntos)

-Não despreze o empenho de uma amizade, minha querida, se ela tentou me agradar tanto pra poder lhe apresentar é porque ela acredita em você.

Agora, quem ficou sem graça foi você, não é minha jovem? (risos) Pensou mesmo que eu não havia notado que havia algo a mais nos seus cuidados? Ou você acha que apenas minha reputação já faz as pessoas concordarem com tudo que eu peço? (risos) Mas não se acanhe, percebi desde o início que havia um motivo nobre, nem por pensar em “um favor” você foi apelativa, pedante, irritante, absolutamente.

Débora corara. Era a primeira vez que alguém era transparente com ela e a via de forma real além de Selma.

– É, Mme. A senhora tem razão. Devo admitir que aproveitei a ocasião pra não apenas contar com algo do requinte de suas mostras, como muito especialmente pra ter a oportunidade de dar esse presente pra Selma, que é sua fã incondicional.

– Uma amizade assim não se deve desprezar, hein? Falou fitando a ambas e sorriu. Continuou: – Venha Selma, deixe Débora continuar sendo anfitriã da festa, já que soube que ela é um dos motivos de se comemorar algo hoje, como nova sócia da firma, junto com o jovem que não tira os olhos dela… (risos) Vou aproveitar seu interesse pelas artes pra lhe torturar um pouco com meus assuntos que dificilmente alguém nesse salão valorizará de fato. (risos)

– Viu como eu não sou a única a notar os olhares do Ricardo sobre você, Débora? (risos) Vou com todo o prazer Mme.! Não vejo a hora de ouvir suas histórias! E me falar de Monet… todos os quadros que a senhora já viu pessoalmente dele…

– Bem, já que se entrosaram o suficiente pra me deixarem sem graça por algo que está na imaginação de vocês – com todo o respeito, Mme. Petra –, então, eu vou prosseguir com sorrisos e acenos já que Ricardo parece uma estátua! (risos) O que seria dos homens sem as mulheres??? (risos).

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A noite passou rápida pra Selma, a partir do posto de honra de “dama de companhia” da Marchand Tableaux que a poupou das conversas desagradáveis e inconvenientes dos presentes, com uma boa desculpa de assessorar os preparativos pro leilão que se fez para encerrar a festa, discorreu sobre seu estilo, suas intenções, planos, anseios, breve resumo do que tinha acontecido pra apenas agora ela investir em si mesma e ouvindo bastante das experiências históricas, cômicas, cheias de conteúdo de Mme. Petra. Já pareciam íntimas de longa data no ritmo que o diálogo fluía e a comerciante começava a ver que Débora possivelmente não estivesse errada, que Selma estava com a alma aflorada e isso é o primeiro passo pra se fazer um bom trabalho, como disse Mozart[1]: “Pra se fazer uma obra de arte não basta ter talento, não basta ter força, é preciso também viver um grande amor.” Adentrou mais à vida particular da moça, tentando achar uma forma de sondar suas obras sem criar expectativas ou frustrações pra ambas, já que se sentia inclinada a deixar que Selma participasse do seu seleto grupo de amizades e se a moça demonstrasse de fato alguma veia artística, mas não exatamente como um achado na pintura, podia ao menos, introduzi-la como sua auxiliar no Brasil, uma correspondente, enfim, alguém que servisse de ponte, de contato pra divulgar mais a cultura artística na sua terra natal, já que estava seu trabalho centrado na Europa e sentia deixar órfã sua terra do que poderia colaborar na arte local. Dessa forma, achou a brecha:  o jardim da casa de Selma era sua inspiração pra veia impressionista mas inspirava maiores cuidados que não estavam entre os talentos da moça, apesar da boa vontade. Sugeriu que ela entrasse em contato dali a uns dois ou três dias com a pessoa que tinha trabalhado os arranjos florais que compunham os corredores da mostra de quadros, uma pessoa capacitada, de confiança, que Selma podia recorrer citando sua indicação que certamente lhe atenderia preciosamente.

Indubitavelmente a essa sugestão, Selma acolheu de pronto, já que muito discretamente perguntara quem era, se estava ali, que merecia os parabéns, que de fato estava primoroso o trabalho com as flores, etc. e teve a certeza que faltava: estava com o telefone do rapaz que imantara seu olhar nas mãos e tinha o aval de uma pessoa a quem ele – por motivo desconhecido, que ela atribuía ao renome profissional – não podia negar visitar-lhe profissionalmente, claro.

Leilão feito, trocaram contatos, manteriam algum diálogo até que houvesse oportunidade de se verem novamente (já que Mme. Petra pretendia sondar o trabalho de Selma ao lhe dar o telefone do sobrinho a título de ajudar com o jardim) quando retornasse ao Brasil, já que o embaixador francês lhe esperava na Europa…

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Quanto à Débora, teria que ficar com Ricardo mais algum tempo após o encerramento, pra deixarem tudo em ordem, já que eram os responsáveis pra que não apenas houvesse a festa, mas que fosse tudo entregue em ordem ao final. Emprestou o carro para que a amiga retornasse pra Vila Roseta e Ricardo a deixaria lá quando acabassem, pra que ela pegasse o veículo. Já iam as primeiras horas da madrugada e o descanso de Débora seria no ateliê da amiga, já que era fim de semana e depois de toda a energia gasta pra arrumar com pompa o tal aniversário da firma, merecia um dia de descanso ao menos.

Selma só não imaginava que a amiga só chegaria ao pôr-do-sol no sobrado e com uma aparência revigorada.

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Não nos apressemos a imaginar o que resultara à Débora para o referido, isso contaremos em outro capítulo, o fato é que, telefone em mãos, Selma contou cada minuto dos próximos três dias pra que enfim ligasse pra Tales, era esse seu nome, Ta-les. “Tales”. Pronunciava mentalmente com todas as tonalidades possíveis, lembrava seu rosto, seu olhar, pensava em como seria seu sorriso, sua voz, imaginava cenas que não diria a ninguém por achar-se ridícula em estar tão iluminada com aquela coisa nova que ela desconhecia, mas que lhe dava uma paz, uma tal alegria de viver, que nunca experimentara antes, disso nem se dera conta ainda. Apenas volitava na sensação. E isso, por agora, era o suficiente pra nossa amiga que tremia de medo de conhecer o inadmissível, o inesperado: o amor verdadeiro.

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– Bom dia. Eu gostaria de falar com o Sr. Tales, por favor?

– Eu já esperava sua ligação. Mme. Petra me fez jurar que iria atendê-la no seu jardim. Posso marcar para a próxima Quinta-feira? Pela tarde?

Selma foi pega de surpresa. Como ele poderia saber que era ela? E será que era ele mesmo? Será que não teria confundido? Será que ele não estaria confundindo-a? Bem, só restava seguir a carruagem…

– Ah, o senhor, você, por acaso sabe quem está falando?

– Bem, eu imagino que ela não tenha feito propaganda sobre meu trabalho pra mais pessoas naquela festa, muito menos, bem, enfim, a senhora pode me passar o endereço?

Tales surpreendeu-se quando ela citou o endereço. Ele conhecia muito bem aquele lugar. Já estivera sob seus cuidados. Nesse ponto seria mais simples e menos desagradável, já que não fazia a menor idéia de com quem travaria contato para atender a um pedido da tia. Achava boa parte dos artistas excêntricos, não conseguia imaginar como seria a habitante do Sobrado e mais:  que forças levavam tal pessoa a habitar o sobrado? Como ela poderia de forma tão díspare morar naquele Sobrado e estar naquela festa despertando o interesse comercial da tia? Bem, não fazia seu gênero negar qualquer auxílio à família, a tia era uma segunda mãe, só restava sair da sua clausura e atender. Se ao menos pudesse saber quem era aquela moça do salão… mas, devia ser mais uma daquelas pessoas esnobes e vazias que habitavam aquele tipo de evento… Não tinha interesse em ser feito de bobo por qualquer garota rica e fútil. Não estava à caça de paixões. Já tinha tudo o que precisava: uma mãe pra cuidar, uma profissão pra exercer que amava ainda que não lhe fosse rentável como boa parte das pessoas pretende que seja, mas não era esse o objetivo, tinha seu espaço, suas plantas, floricultura, não tinha ambições maiores por agora. Fingiu anotar o endereço que bem conhecia. Combinaram dia e hora. Desligaram. Tudo muito formalmente.

Selma jogara-se na chaise, ficara a fitar a clarabóia vendo as nuvens dançarem suavemente no céu azul. Decepcionada com a recepção pensou que definitivamente não devia ser a mesma pessoa. Ou se era, bem, não lhe convinha, não estava nos seus planos. Bom mesmo que ele fosse assim, dessa forma lhe pouparia esforços de não se encantar. Já tinha passado sua hora de ficar a romancear qualquer coisa. Já sabia o que esperar das pessoas:  dor. Não queria mais dor, nem humilhações, confusões, estagnação. Queria viver e tinha tudo o que precisava para a vida que se projetara: um estilo pacífico, tranqüilo, com muito verde, com seus pincéis, as idas à creche, enfim, “nada” lhe faltava. Era assim que devia continuar sendo.


[1] Wolfgang  Amadeus Mozart (Salzburg, *27/01/1756 – Viena + 05/12/1791): Compositor austríaco do período clássico. Começou aos 05 anos suas composições ao violino e cravo, deixando mais de seiscentas obras, referenciais da música sinfônica, concertante, operística, coral, pianística e de câmara, influenciando a música dos séculos XIX e XX.

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