Capacidade de Amar


A temática é sempre a mesma, não? Do século XIX para cá, houve uma preocupação mais exacerbada sobre essa palavra “mágica” que, de uma ou outra forma, atrai todas as pessoas, porque antes as pessoas estavam muito preocupadas em se manterem vivas (de alguma forma, por algum motivo material).

Bem, tenho um amigo que insiste que amor é uma perda de tempo e o que existe são acordos sociais, que Romeu e Julieta não foi uma história de amor MAS um alerta sobre os perigos de se deixar levar por isso.

Hélio Couto dá diversas orientações sobre Amor, com base na produção e alimentação de substâncias endócrinas, ou seja: processo fisiológico que a partir destes hormônios, gera outros que nos dão a sensação de bem-estar.

E como prezam as impressões populares… gente “mal c_mida” é gente mal humorada.

Pois bem, ainda há a questão do amor manifesto fora das relações românticas, que juram as almas mais elevadas, que suprem a questão pessoal.

Então ainda há a questão do amor-próprio. Quem o tem, faz uma série de coisas e não faz uma penca de outras, mas em geral, é considerada em seu meio social como alguém feliz, equilibrado, zen. Afinal: sua fonte de satisfação começa em si mesmo.

Qual delas está certa? O que é essa palavrinha mágica e quem a pode manifestar? Pois bem, eu não sei. Em diversas fases da minha vida tive uma e outra impressão registradas aqui. Provavelmente vivi todas aqui.

E se o Criador (ou Força criadora, ou chame como quiser) é Amor e tudo que manifesta é através do amor, tornando o Amor a força e a magia maior… ah! essa era outra versão que não havia registrado, hein?

Eu apenas sei neste momento que, esta pessoa razoável aqui, não tem ainda a capacidade de abarcar o que seja o amor, que diretrizes o regem, o que é necessário para tê-lo (ou não tê-lo porque “amar é soltar!”) e todas as questões que o envolvem, ainda que, ainda veja verdade em cada uma destas afirmativas mas também dúvidas em cada uma delas, exceções à essa regra maior (talvez seja o fator humano a estragar tudo, “porque os animais amam incondicionalmente!”).

No dia em que eu me tornar energia infinita, sem início ou fim, talvez eu saiba o que é o amor, talvez eu sinta mas não descreva porque as civilizações não terão evoluído até o ponto infinito para compreenderem uma linguagem que o descreva, talvez eu olhe para minha primitiva forma e reconheça os primórdios do amor.

Mas talvez de todas estas verdades, a que importe agora é sentir aquilo que é o melhor para você sem ser o pior para os demais, porque daí, provavelmente é egoísmo.

O Eu (Self) acima do Ego.

Bom dia.

Sobre Carmen Gonçalves

Entusiasta da Arte de Escrever!
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